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 DICAS PARA VOCÊ VELEJAR MELHOR E APROVEITAR TUDO O QUE O MAR OFERECE!!

1- Não lance âncora com o barco se movendo para frente, pois o cabo pode se enroscar no hélice, quilha ou leme. Pare a embarcação e, somente nesse momento, lance lentamente ferro até que este atinja o fundo.    Então, engrene à ré e acelere devagar por ao menos 15 segundos com a amarra esticada para ter certeza que que ele UNHOU BEM.      Faça duas marcações, ajuste o alarme de garra de seu GPS e confirme que está bem ancorado.

2 - Não consuma bebidas alcoólicas, mesmo que não esteja conduzindo a embarcação. Álcool a bordo é sinônimo de possível descontrole, além de facilitar o enjôo e mal estar.

3 - Não permita o uso do solário de proa nem brincadeiras no púlpito de proa com o barco em movimento. Isso evita a queda de ocupantes na água.

4 - Nunca exceda o limite de pessoas a bordo. Além de prejudicar a estabilidade, pode render multa. O limite máximo permitido vem impresso no documento do barco.

5 - Nunca navegue em velocidade demasiado alta, pois é quase sempre nessas circuntâncias que ocorrem os piores acidentes náuticos.
6 - Sempre desligue o motor quando alguém for entrar ou sair do barco. Mesmo em ponto morto, o motor ligado pode provocar acidentes, ou com o balanço, uma pessoa pode se desequilibrar e acionar inadvertidamente o manete, engatando e acelerando o motor.

7 - Para evitar tombos, jamais acelere se todos os ocupantes não estiverem devidamente sentados.

8 - Não saia com pouco combustível. Use a regra indicada pela Marinha: 1/3 de combustível para a ida; 1/3 par a a volta e 1/3 de reserva.

9 - Sempre sinalize ao mergulhar. As bandeiras usadas nesses casos são a alfa (branca e azul) ou a tradicional de mergulho (vermelha com faixa diagonal branca).

10 - Não olhe para trás enquanto estiver pilotando em média e alta velocidade. Ao puxar um esquiador, por exemplo, leve outra pessoa a bordo para desempenhar a função de observador e tenha um bom retrovisor instalado no barco.

11 - Pessoas que não possuem habilitação e/ou não possuem experiência NÃO DEVEM alugar barcos sem skippers.

12 - Treine com amigos ou instrutores para ganhar experiência em navegação em tempestade, noturna, solitária e eletrônica.

13 - Cuide da manutenção na embarcação; faça sempre um check up (vistoria) de todos os equipamentos; conheça-os todos, além da embarcação.

14 - Preste muita atenção ao conduzir o barco, utilizando-se de GPS, RADAR, ECOBATÍMETRO e demais equipamentos que existirem a bordo.      Não se esqueça também de utilizar a visão focal e periférica a todo instante, além de manter os ouvidos bastante atentos.

15 - Sempre se informe a respeito da PREVISÃO DO TEMPO; a falta de informação sobre as condições do tempo causa acidentes graves.

16 - PRESERVE a sinalização náutica, que é imprescindível e atos de vandalismo devem ser denunciados. 

17 - COMBATA a poluição.    O lixo lançado no mar e nos rios atrapalha a navegação e pode causar acidentes.

18 - Barcos pequenos devem ser retirados da água durante a noite para evitar furtos.

19 - Os ítens mais fáceis de serem furtados são os motores de popa e botes infláveis - portanto, os mais visados pelos ladrões.         Prenda-os sempre com cadeados e correntes ou cabos de aço.    Se de tamanho menor, tenha o trabalho de trazê-los a bordo: é muito mais seguro.

20 - Os barcos maiores devem ter sistema de alarme, que não custa caro e dificulta a ação de gatunos.

21 - Instalar um farol no píer, que ilumine o mar e os barcos em intervalos regulares, ou guarnecer a segurança com faróis de milha com a mesma função, pode ajudar a evitar furtos.

22 - É sempre bom adicionar no seguro do barco uma proteção contra roubos e furtos de equipamentos. Para valores até R$ 20 mil, o valor do seguro praticamente não sofre alteração.

23 - Nunca deixe um jet-ski guardado em cima de uma carreta. Isso vai facilitar (e muito) o transporte para o ladrão.

24 - Nunca deixe o motor do veleiro apoiado no suporte de popa, mesmo preso com cadeado.

25 - Ao estacionar o reboque com o barco ou jet -ski, tranque a roda do reboque com uma corrente e também amarre o jet ou o barco à carreta.

26 - Tenha sempre a bordo todo o material de salvatagem prescrito pela Marinha do Brasil.

27 - Respeite a lotação da embarcação e tenha a bordo coletes salva-vidas para todos os tripulantes e passageiros.

28 - Mantenha os extintores de incêndio em bom estado, em locais de fácil acesso e dentro do prazo de validade.

29 - Ao sair, informe seu plano de navegação ao seu Iate Clube, marina ou Condomínio.

30 - Se beber, não conduza ou passe o timão a alguém habilitado.

31 - Mantenha distância das praias e dos banhistas.

32 - Respeite a vida, seja solidário, preste socorro.

33 - Ao sair para velejar, procure SEMPRE levar:
- protetor solar e boné,
- boas luvas,
- tênis com solado branco antiderrapante,
- roupas com proteção UV,
- óculos escuros

34 - NÃO LAVE SUAS VELAS com água doce corrente encanada, pois o cloro nela contido ataca os fios que as costuram, enfraquecendo e desfazendo as velas.

35 - Mantenha sempre nadadeiras e máscaras para mergulho a bordo, pois é muito comum precisar utilizar esses equipamentos para trabalhos de bordo, além do uso em lazer, naturalmente.

36 - APRENDA E TREINE RIZAR SUAS VELAS.    Simule de tempos em tempos enfrentar uma tempestade hipotética, e realize todas as ações noprmalmente necessárias para tal situação.

37 - A cada 2 ou 3 meses, lance uma boia ou objeto flutuante e TREINE resgatá-lo apenas com o uso das velas.   Essa manobra poderá ajudar a salvar vidas, numa situação crítica em que seu motor não esteja funcionando.

SOMENTE SOBRE ANCORAGEM:

PARA ANCORAR 

(ou usar o ferro):

1 - Escolha bem o LOCAL de ancoragem, seguindo os seguintes itens:

a) No caso do H2Oia, como tem um calado de 1,80m, procure local entre 3 a 5 m de profundidade.

b) Verifique se há BASTANTE ESPAÇO de giro para o barco, pois ele não ficará parado, mas vai GIRAR de acordo com o vento e correnteza;

c) Verifique também se não há excesso de PEDRAS e algas no local, pois ambos criam grandes dores de cabeça para a ancoragem correta e segura.

d) Veja se a previsão do tempo traz fortes vendavais.   Neste caso, é aconselhável ancorar em "V" (depois famos sobre isso).

e) Ainda procure consultar a tábua de marés, evitando encalhe na maré baixa ou, ao menos, dê uma lâmina maior de água para maior segurança

2 - Caso esteja apenas velejando, desacelere o barco sem usar o motor, apontando a proa contra o vento (famosos "espetando" no vento), até ele parar em relação à água mas prestando atenção no alinhamento dos outros barcos ali ancorados (às vezes se alinha mais pela correnteza do que pelo vento - e isso é relevante), soltando as escotas tanto da mestra quanto da genoa, até panejar.

3 - Quando não conhecer a região, copie os outros barcos e só ancore onde já haja alguns parados ou estude muito a carta náutica da região. Você pode perder em privacidade, mas ganhará muito em segurança.

4 - NÃO JOGUE a âncora, DESÇA-A LENTAMENTE até ter certeza de chegar ao fundo, ou poderá se enroscar com os cabos e perderá o efeito de seu desenho.   

5 - CUIDADO: confirme que seu cabo está mesmo amarrado ao barco!    Várias vezes as pessoas vão dando cabo, e dando caboi, e dando cabo até que escapa da mão, e bye-bye âncora!!!

6 - USE A BOIA DE ARINQUE: um CABO DISTINTO e mais fino preso numa bóia e a outra no ferro, em sua parte que cruza a haste com as patas, pois assim em caso de enrosco você poderá facilmente trazê-la a bordo - além de que sabe perfeitamente onde o ferro unhou e os demais barcos também evitam ancorar sobre seu ferro.

7 - Com o cabo AMARRADO, dê à RÉ lentamente 
cedendo cabo, dando uns puxõezinhos para ajudar a unhar até perceber que o ferro unhou e se fixou firmemente ao fundo.    Se for dormir a bordo, deixe em marcha lenta ainda quase um minuto: ela se enterrará mais, e seu sono será mais seguro.

8 - Quanto mais cabo você ceder, mais eficiente será a UNHA, porém cuidado novamente com o GIRO do barco. Normalmente se solta entre 5 e 10 vezes a profundidade do local, mas eu prefiro soltar até mais, se possível.     Cabo e canja de galinha não fazem mal a ninguém...

9 - Após essa RÉ, o barco deverá ficar "PARADO" NO LOCAL, PRESO APENAS PELA ÂNCORA.    Então, verifique com duas marcações em "cruzado" em terra e tenha ABSOLUTA certeza de que o barco está realmente PARADO.        

10 - Então, MARQUE esse ponto no GPS e ligue o alarme de GARRA, no dobro do que soltou de cabo.

11- Se for pernoitar no local, mantenha pelo menos uma luz acesa a bordo, para sinalizar a sua localização para os outros barcos, E SOLTE O SEGUNDO FERRO EM "V". À noite, nem sempre dá para ver um casco parado. 

BOA ANCORAGEM


PARA SUSPENDER

(retirar o ferro do fundo e trazê-lo a bordo)

12 - Com motor (ou só com a vela mestra), aproxime-se LENTAMENTE do ponto mais vertical da amarra, recolhendo-a no caminho até ficar com a proa literalmente SOBRE o ferro.

13 - Uma vez exatamente sobre o ferro é só puxá-lo para cima e embarcá-lo, lembrandop de trazer o ARINQUE também.

14 - Se estiver ancorado há dias ou pegou uma correnteza muito forte, o ferro estará MUITO DIFÍCIL de puxar para cima!!!    Então coloque o barco com a proa EXATAMENTE SOBRE O FERRO, AMARRE BEM O CABO E AVANCE PARA A FRENTE BEM LENTAMENTE.    Isso soltará o ferro do fundo facilmente. 

15 - Ele deverá estar MUITO PESADO COM LODO E RESÍDUOS PRESOS NELE; então ande um pouco avante para "limpar ao máximo" o ferro antes de trazê-lo a bordo.

16 - Para trazê-lo definitivamente a bordo, a melhor manobra é DAR À RÉ, quando ele tomará a posição exata de subida e num tranco vigoroso ele virá a se encaixar perfeitamente no berço correto.

17 - SE NÃO FOR ANCORAR MAIS, amarre-o com outro cabo, a fim de que não se solte durante a navegação e possa vir a danificar o casco ou prejudicar o desempenho do veleiro.


DICAS GERAIS E FINAIS:

18 - Eventualmente e se quiser se divertir e fazer exercícios, mergulhe para remover cracas e sujeiras do casco e do hélice. Sem elas, o arrasto fica bem menor e a velocidade pode aumentar em até 50%!

19- Cuide muito bem das velas, porque elas custam caro e se desgastam rápido com os maus-tratos, e em especial se ficarem ao sol.

20- Caso o tempo esteja ruim, não economize na amarra: solte o dobro do comprimento usado em condições normais de ancoragem.

21- Depois de jogar o ferro, identifique os pontos de perigo mais próximos e planeje uma rota de saída, para o caso de precisar mudar de lugar.

22- Quando for deixar seu veleiro atracado ou ancorado, o correto é sempre enrolar as velas, para elas não panejarem, porque isso enfraquece o tecido e as talas.

23- Ao atracar, quanto mais defensas, melhor. Use pelo menos uma atrás da bochecha do casco, outra à meia-nau e uma terceira na popa. Mas, ao partir, não se esqueça de recolhê-las para dentro do barco, porque, na navegação, defensas criam arrasto, roubam velocidade e costumam se soltar com a força da água.

OBS: UNHAR = enterrar bem fixamente no fundo

         GARRAR = o ferro SOLTA-SE inadvertidamente do fundo, contra a nossa vontade

"VENTO A FAVOR É VOCÊ QUEM FAZ"
​CapitãAmador Hilpert Zamith - "HILL"
CELULAR: 12 - 99766 4211
Instrutor De Vela Oceânica

Fontes: 
ACOBAR
CAP. EDUARDO SCHWERY
VELEIROSEVENTOS

 

hill@veleiroseventos.com.br

VELEJE COM SEGURANÇA, CONHECIMENTO E CONSCIÊNCIA
" VENTO A FAVOR...
                         É VOCÊ QUEM FAZ! "

(12) 99766-4211 - Cmte Hill

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